Amor à Primeira Vista

imageOntem, acabando de almoçar,  sentei no sofá. E olhei à tv. Tinha acabado de iniciar um filme que aparentava ser aqueles filmes Sessão da Tarde, mas era com dois atores que costumam fazer filmes interessantes, a atriz Mery Steep e o maravilhoso ator Robert De Niro, que adoro. Então, resolvi que iria assistir mesmo não curtindo muito filmes de gênero romance. O nome deste  filme é Amor à Primeira Vista.

Amor à primeira vista (Falling in Love) em inglês. É um romance estadunidense, de 1984. Dirigido por Ulu Grosbard.

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A trama mostra a história de Frank Rafts( Robert De Niro) e Moly Gilmore(Mery Steep). Frank é casado com Ann ( Jane Kaczmarek), que vive uma vida monótona e meio cansativa. E Moly é casada com Ed( Harvey Keitel), médico que parece estar sempre ocupado.

Mesmo tendo seus respectivos casamentos, Moly e Frank se envolvem em um relacionamento extraconjugal. Os dois se conhecem casualmente em meio às compras natalinas, depois de alguns meses, por acaso, se reencontram em um trem, marcam de se encontrar novamente. E começam a se encontrar como amigos durante um bom tempo, indo almoçar, tomar café  e passear juntos. Até  que o sentimento que antes era de amizade, se transforma em um tipo de amor proibido, o que passa a ameaçar o futuro dos seus casamentos. A cada dia que passa Moly e Frank se encontram com mais frequência,  e com isso se afastam ainda mais dos seus casamentos.

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Molly  e Frank parecem estar na adolescência  novamente, ambos se preocupam com o que vestir para irem aos encontros, pensam um no outro com frequência, Moly se mostra confusa e envergonhada ao tentar explicar o que está sentindo. Enquanto Frank mantém uma aparência segura,  mas bastante acolhedora. Depois que percebem seus sentimentos, tentam evitar um pouco os encontros, mas já é tarde demais, pois passam sentir falta das risadas, das conversas, de estarem perto um do outro. A amizade já havia se transformado em um romance. Até que em um dos encontros Frank beija Molly. – o que por sinal, é uma cena muito bonita no filme, pois as trocas de olhares, os toques, carinhos, a falta que um sente do outro transmite a intensidade do sentimentos que estavam sentido. Parece até mágico. Sensação que só quem já esteve apaixonado pode entender.
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A partir  daí, o espectador passa a torcer para que eles fiquem juntos, pois a paixão que vivem é tão intensa e verdadeira, que joga por terra todo conceito de moralidade que estamos acostumados.

Mais tarde Frank decidi contar para sua esposa Ann ( Jane Kaczmarek), pois seu afastamento a fez suspeitar que havia algo acontecendo. Depois de estar ciente do relacionamento extraconjugal do esposo, ela resolve ficar por um tempo em outra cidade com o filhos. Enquanto, o esposo de Molly, Ed( Harvey Keite) tem dificuldades para aceitar a situação.

É um filme bonito que de uma forma sutil consegue mostrar as delicadezas do amor, mas que ao mesmo tempo nos faz refletir sobre as ações, atitudes e comportamentos inconsequentes do ser humano. Nos põe em alguns momentos na pele dos personagens, por encontrarmos situações parecidas com a vida real.

Quem nunca viveu um amor proibido ou quem nunca foi enganado? Acho que todo mundo já teve alguma relação que de alguma maneira alguém saiu machucado.

Será que não poderia ser evitado? Por que se permitiram se envolver mesmo estando com outras pessoas? Foi justo?

Em um momento do filme Frank chega para sua esposa e diz que seu amigo estava se separando, pois não estava mais apaixonado pela esposa. O que mostra que ele estava testando a esposa para ver sua reação. A esposa ingênua responde sorrindo com outra pergunta. – quem está? Ninguém está mais apaixonado nos relacionamentos.

Nessa resposta podemos perceber como pessoas tentam manter relacionamentos, principalmente, casamentos, por conveniências, por status, por aparências. Há pessoas que vivem décadas infelizes, mas não separam, pois não querem mostrar para a sociedade que fracassou na relação, geralmente, essas pessoas se prendem em dogmas, são conservadoras ou religiosas. Ou até se permitem continuarem em um casamento infeliz por medo da solidão.

Enquanto isso, engana, machuca envolve outras pessoas em conflitos amorosos.

Acho que somos livres. Temos o direito de sermos felizes  e escolher uma melhor direção. Ninguém é dono de ninguém. E não temos o direito de manter uma pessoa aprisionada ao nosso lado se essa pessoa não está feliz. Não podemos nos manter presos em uma relação se esse companheiro não nos faz bem. Porque afinal, só conseguimos fazer o outro feliz, se estivermos felizes.

No filme, acho que a partir do momento que eles são casados e começam a se encontrar como amigos, isso quer dizer que estão dando abertura para outra pessoa entrar. Estão buscando algo que falta nos seus relacionamentos.

Quando você está com alguém que você ama e está bem com ela, não consegue ter olhos para outra, pois aquela pessoa te completa. Não estou levantando a bandeira do romantismo ou do moralismo aqui, mas acho que tudo deve ser conversado e chegar em um acordo, pois ninguém merece ser iludido e enganado.

‘Estou casado há 500anos e não estou mais feliz, não tenho mais tesão, não sinto mais paixão.’ Faça algo diferente, converse, transforme a rotina em prazer. Mude! Há sempre tempo para descobertas. E acho que a honestidade e sinceridade devem prevalecer sempre. Não é justo enganar o outro por capricho, medo ou por simples egoísmo. Acho que a verdade pode doer, mas deve ser dita. Só não podemos nos permitir ser infelizes e fazer o outro infeliz. Porque tudo que a gente faz um dia volta. Essa é a lei da atração. A lei do retorno. Se você não conhece click aqui: O Segredo

A vida é muito curta para perdermos tempo não sendo feliz. Se uma relação não está bem, procure saber o motivo. Mude e busque o que te faça sorrir. Só não fique estagnado na tristeza. Seja feliz e compartilhe a felicidade.

E você o que acha? Já assistiu “Amor à Primeira Vista?  Gostou? Você acredita nesse tipo de amor? Concorda com o que eu disse? Já viveu algo parecido? Comente aqui. Dê sua opinião.

 

 

 

 

Até a próxima!

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