Poesia: Meu Spam

 

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Ai, que chato!

Me larga, me deixa, vai, go, gaan, ir, andare, aller, segue, rala, mete o pé.

Chega, cansei.

O que foi, foi. O que passou, já era.          Não acredito no nosso amor      verdadeiro, não soma nada, não alimenta.                                               Deixa de querer viver esta quimera.

Suas palavras não me afetam mais.  Pare de dizer que ainda me ama,              me deixe ser, o que eu preciso é paz.

E se viveu ou morreu, tanto faz.

Siga em frente. Não me ame.                    Estou feliz, também seja.                            Não me perturbe, não me atazane.

Chega de viver na mentira.                   Pare de agir como Satã.

Pode ser verdade que você ainda é meu, mas agora não passa de mais um spam.

 

Poesia de Alessandra Martins

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