Poema: Refém

Oi, gente!

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Todo esse tempo me mantiveram refém.

Refém do medo, das opiniões.

Refém dos estereótipos, dos estigmas, das generalizações.

Sistema!

Nada evoluiu, recessão.

Podia ver, mas não podia falar.

Todo esse tempo estive estagnada, me fizeram calada, paralisada.

Em alguns momentos fui refém do ego, refém de mim.

Espelho se quebrou. Eu saí.

Chegou a hora de abandonar a posição de refém e usar a arma para derrubar toda forma de opressão.

Palavra!

Nada mais irá me calar.

Tiro de estrofes em rajadas de verdades.

Está em mim a liberdade.

Ir além.

Estou livre, não sou mais cativa e nem prisioneira de ninguém.

Poema de Alessandra Martins

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