New York, New York

Oi, gente!

Nem sei por onde começar, pois para falar de New York, a cidade que teve a fama imortalizada por Frank Sinatra como a cidade que nunca dorme,  não é uma tarefa fácil.

Nova York tem tantas informações que acabamos perdidos e querendo conhecer tudo até mesmo altas horas da noite.

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Fiz minha viagem para Nova York em 2016. Sozinha, nas férias do meu antigo trabalho e adorei.

O que poderia soar um pouco contraditório para quem me conheceu na época de ensino médio.

Desde a adolescência participava de grêmio estudantil e era seguidora dos ideais revolucionários de Che Guevara e cia.

Na faculdade era devota de Karl Marx, ou seja, totalmente contra ao imperialismo americano.

Portanto eu viajar, eu não tinha a mínima vontade de estar nos Estados Unidos e vivia escrevendo textão anticapitalismo.

Faltava pouco tentar boicotar empresas americanas. De certo modo eu fazia de forma individual, pois não consumia Mc Donalds e nem Coca- Cola.

Confesso que ainda não gosto destas brands. Desta maneira, talvez o fato de eu tomar refrigerante desde os 12 anos e também já ter sido uma Mc escrava aos 16 anos, assim, presenciar como é absurdo e injusta remuneração do Mc Donalds, tenha influenciado  o meu repúdio à Coca- Cola e ao Mc Donalds.

Assim surgiu uma grande aversão pelo USA. Entretanto, com o passar dos anos, fui mudando minha forma de pensar, e toda aquela aversão que eu tinha do Estados Unidos foi diminuindo, pois cheguei a conclusão que é impossível ser socialista radical em um mundo tão capitalista.

Todavia precisamos consumir para sobreviver, vivemos em um sistema de troca, moedas por alimentos, moedas por indumentárias, moedas por viagens e assim por diante, porém, há sim possibilidades de consumir de uma forma consciente e transformadora.

Assim foi quando me perguntei por que eu ainda não estive em Nova York já que todo mundo sonha com esta cidade. Devemos nos permitir e ampliar sempre nossos horizontes. O mundo é tão  grande, porquê continuar a me limitar? – me questionei.

No ano anterior comecei a amadurecer a ideia, depois de ouvir New York de Frank Sinatra, falei que minha próxima viagem seria para Nova York.

Sempre que eu ouvia Empire of States de Alicia Keys imagina como seria meu vídeo  com a música.

Então em maio de 2016 fui ao consulado americano e tive a aprovação do visto. Fiquei até  surpresa, pois dizem que é bem burocrático obter um visto.

Portanto em junho fui conhecer país do tal Tio Sam, Estados Unidos da América. E para abrir com chave de ouro, nada mais, nada menos que Nova York.

Nova York é dividida em distritos. São cincos distritos conhecidos como Boroughs( Burgos – que significa pequena fortaleza).

Os Boroughs de Nova York são: ManhattanBrooklynQueensThe Bronx Staten Island.

Eu, particularmente, consegui conhecer apenas dois dos Boroughs. Que foi Manhattan e Brooklyn.

O distrito de Queens, The Bronx e Staten Island, eu nunca havia ouvido falar. (Vergonha!🙈).

Conheci The Bronx depois de assistir a maravilhosa série The Get Down. O que fez que me arrependesse profundamente de não ter estado lá.

Bem, vou começar por Manhattan, bairro onde fiquei hospedada. Escolhi Manhattan por ser o principal bairro de Nova York e estar perto de tudo.

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Fiquei hospedada no Central Park West Hostel, é um hostel legalzinho, fica na 87 avenida, bem perto do Central Park. O que não gostei do hostel foi a manutenção dos banheiros, porém, a localização do hostel é até muito boa.

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O primeiro lugar que conheci foi o famoso Central Park.

Estava bastante ansiosa, pois passei toda minha vida cinéfila assistindo filmes que tinham cenas no belo e calmo Central Parque.

Bem, chegando no Central Park, a primeira impressão que tive era de que eu estava  na Quinta da Boa Vista (é um parque municipal, onde fica o zoológico do Rio de Janeiro).

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Quando postei isso no Facebook, as pessoas deram risadas, mas de verdade,  não consegui ver nenhuma diferença, apenas faltou o zoológico  para completar a semelhança.

Saindo do Central Park, acho que fui conhecer a Times Square, se não me engano. Não lembro muito bem a sequência que segui, mas acredito que foi isso mesmo.

 

A Times Square faz parte do imaginário de todo mundo que sonha em um dia estar em Nova York. Eu estive por lá diversas vezes, pois realmente é uma região bastante atrativa.

 

A parte mais iluminada da cidade, parece que tudo acontece ali, pessoas de diversas partes do mundo, muitas lojas, artistas de rua, edifícios gigantescos e carros.

São pessoas paradas, passando, correndo, trabalhando. Vidas que vão e que vem. Andar pela Times Square é como estar dentro de um verdadeiro filme.

No dia seguinte comprei um ticket para o Gray Line Tour– aqueles ônibus turísticos que ficam rodando pela cidade.

Adquiri um pacote para um tour de 5 dias, onde abrangia os principais pontos turísticos da cidade.

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Comprar um ticket para este ônibus foi a melhor coisa que fiz, mesmo custando 65 dólares, acho que valeu a pena, pois eu estava sozinha e tinha um tempo curto  na grande Big Apple para ficar andando de um lado para o outro.

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Eu podia pegar o ônibus quantas vezes eu quisesse dentro do período que comprei.

Fui à Statue of Liberty – o passe te oferece um passeio de barco em torno da estatua se consegue ver a estátua e os grandes edifícios de Manhattan, mas se você  quiser ir até à Ellis Island, a ilha que fica a estátua, você irá precisar comprar um outro ticket.

 

O ticket para estátua custa de 25 a 28 dólares.🔪🔪🔪. Achei bem caro, mas acabei me conformando quando lembrei que o Estados Unidos é o berço do capitalismo, ou seja, nada poderia ser barato, muito menos de graça.

Para chegar à ilha é necessário pegar um grande barco de travessia, tipo um catamarã mesmo.

Na Estátua da Liberdade é oferecido a opção de entrar em um vão aos pés da estátua e até mesmo subir até a coroa da estátua, entretanto, é necessário agendar com uma semana de antecedência.

Na ilha Eliss Island tem um museu que conta toda história de construção da cidade de Nova York, o antes e depois da imigração e porque tantas pessoas foram parar na cidade. É bastante interessante, pois mostra todo processo imigração e história afro-americana.

 

Depois que encerrou meu passe, um dos supervisores da empresa foi muito polido e bastante prestativo ao me acompanhar até a Brooklyn Bridge( Ponte do Brooklyn) e também me mostrar a High Line.  Que nada mais que um jardim suspenso hiper moderno e diferente.

 

Uma das melhores experiências que tive em Nova York, foi assistir ao The Phantom of the Opera na Broadway , o icônico espetáculo do Fantasma da Ópera.

A Broadway realmente é um lugar magnífico. Me fez lembrar bastante o lindo Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

 

Fui ao Metropolitan Museum, pois não posso conhecer uma cidade e não ir ao Museu. Adoro! Ainda mais quando se trata do segundo maior museu do mundo.

Perdendo apenas para o Louvre, em Paris. O Museu Metropolitan é um museu de arte muito extenso. É necessário bastante tempo para que possa explorar bem suas obras.

Aproveitei para fotografar o meu pintor favorito, o surrealista Marc Chagall.

 

O Metropolitan Museu fica bem pertinho do Central Park e custa 25 dólares a entrada. 🔪🔪🔪

Acredito que entre os países que já estive, a cidade com tickets para Museu mais caro, foi realmente a cidade de Nova York.

Museu Americano de História Natural a entrada custa 26 dólares.

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Não lembro bem, mas acredito que paguei um pouco menos, em torno dos 18 dólares, pois devo ter apresentado minha carteira de estudante, mas mesmo assim é salgadinho.

 

Este museu é muito interessante, pois lembra bastante o filme “Uma noite no Museu”( Night at the Museum). Trazendo a sensação de estar dentro do próprio filme, onde o museu foi cenário.

 

O Museu de História Natural é bastante grande e muito educativo.

 

São enormes animais em ambientes 3D, dinossauros, a história da vida no universo e uma jornada pelo evolução humana e uma visão geral das culturas indígenas.

 

Na noite fui a um Rooftop com dois amigos que conheci no Hostel. Um brasileiro e uma polonesa. Ambos mantenho contato.

 

Bem, esse Rooftop- bar é o Mr. Purple, funciona no 15° andar de um prédio. Tem uma vista maravilhosa da cidade de Manhattan.

 

Lugares como este são bem comuns  em NY. São points com dj e drinks. Alguns funcionam durante o dia, porém, fui em dois à noite com Miguel, o brasileiro gente fina que conheci no hostel.

Nos clubs, geralmente as mulheres entram de graça e os homens pagam para entrar ou é necessário reservar uma mesa com consumação mínima (que pode ser a partir de 500 dólares). Alguns lugares dificultam a entrada de grupos de homens sozinhos.

Meu amigo ficou um pouco frustrado porque queria entrar em uma balada, mas cobraram 1.000 dólares para ele pudesse entrar. O rapaz falou que eu poderia entrar, mas ele seria esse preço. Acabamos indo para outra menos burocrática. #sociedademachista

Muitas vezes, homens  desacompanhados abordam mulheres na fila pedindo para fingirem ser um casal para assim conseguirem entrar mais facilmente.

É divertido e os lugares são glamourosos, eu gostaria muito de voltar à NY!😔 Porque sei que faltam muitos lugares para conhecer por lá.

Olha, uma coisa que não tive muito a boa sorte de vivenciar em NY, foi a culinária norte americana.  Eu ainda tentei encontrar, mas o máximo que encontrei foi um frango com uns legume em volta.

O tempo que estive em NY, comi na maioria das vezes em fast food, fui duas vez em um restaurante com “comida de verdade.”

Portanto restaurante tem, mas todos com pratos internacionais, pois a comida típica de NY( para não generalizar todo o país) é hamburger e batata frita.

Consegui ir em um outro restaurante em São Francisco, pois de NY fui para Califórnia visitar uma amiga. Para vc me identificar na foto, eu sou a mais bonita🤣 #brinks

 

Entretanto mesmo faltando muito para ver, um lugar que hiper recomendo, é Nova York. Cidade cosmopolita, moderna, viva, porém, nada barata.

E vc o que acha?

Um beijo e até a próxima!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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