Poema: A Morte

Oi, gente!

Hoje trago uma poesia que escrevi  depois de receber a notícia da morte de um jovem amigo, pois me fez  refletir em como essa vida é curta, e que temos que aproveitar para compartilhar o melhor de nós com o mundo.

Uanderlei fez isso enquanto esteve entre nós. Saber da sua morte me abalou profundamente, pois sei da vida maravilhosa que levava esse lindão. Viveu intensamente. Viveu bem, deixou as melhores lembranças.
Com muita tristeza queria poder dizer ao meu querido amigo.
RIP Uanderlei Sant’ Anna

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A Morte
poderíamos chamá-la de Sra Cruel
àquela que chega de surpresa
sem se importar com a tristeza que há de deixar
Se pudéssemos matá-la, talvez ela deixaria de existir
mas não, ela é insistente, não é bem- vinda, mas sempre vem
Rasga sonhos, corta caminhos e derruba lágrimas, planos, interrompe vidas.
A Morte
Assusta
traiçoeira e medonha
chega assim, aos poucos, escondida, que quando aparece, parece súbita, mas ela sabe esperar
segundos
minutos
horas
dias
meses
anos
sem paz
Em algum momento essa “infortúnia” há de chegar

A Morte, por Alessandra Martins

 

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