Collective Weave – Museu de Arte Moderna da Irlanda

Oi, gente querida!

Eu adoro a arquitetura europeia, viajo no tempo aqui na Irlanda, sinto a qualquer momento pode aparecer um caçador de bruxas e me por na fogueira🔥. 😀

Sério, adoro esse estilo sombrio das construções renascentistas e neoclássicas. Esse museu, antes um hospital real, que abrigava soldados aposentados, foi construído em 1684, no século XVII, somente 1991, século XX.

Eu adoro a arquitetura europeia, viajo no tempo todas às vezes que entro em uma igreja, castelo ou museu aqui na Irlanda.

Sinto que a qualquer momento pode aparecer um caçador de bruxas e me por na fogueira 🔥. 😀 Sério, adoro esse estilo sombrio das construções renascentista e neoclássicas. Hoje vou falar do IMMA- Museu de Arte Moderna Irlandês.

Semana passada estive lá. Esse museu, antes era um hospital real, que abrigava soldados aposentados, foi construído em 1684, no século XVII, somente em 1991, século XX, foi aberto oficialmente como museu.

Finalmente, depois de 10 meses, consegui conhecer esse museu – que fica a 5 minutos da minha casa.

Bem, estar em um Museu geralmente é uma experiência excitante para mim. Constantemente consigo extrair novas informações. O que é bastante enriquecedor.

Entretanto estar no IMMA foi interessante, porém, achei um pouco “fraco” de conteúdo, pois não há tanta variedade na exposição, como em outros museus de Arte Moderna que já estive.

Consegui conhecer a artista Andrea Geyer , uma artista alemã-americana, que trabalha e vive em Nova York.

Seu trabalho tem como foco particular naqueles que se identificam ou em algum momento foram identificados como mulheres. Seus trabalhos usam fotografia, performance, vídeo, desenho e pintura.

Geyer se concentra em temáticas como gênero, classe, identidade nacional e como eles são constantemente negociados e reinterpretados contra um cenário frequente de significados e memórias culturais.

A exposição atual do IMMA é o ” Collective Weave”, encomendado pelo museu da Irlanda, ficará em exibição até o fim de outubro.

A uma peculiar exibição de vidros com diversas formas geométricas, recortes emoldurados e desenhos que são derivados de revistas irlandesas queer, cartazes e panfletos que datam de 1970 até o início de 1990.

Gostei de conhecer um pouco do trabalho desta artista, pois antes eu não conhecia. E você já havia ouvido falar ou conhece a Andrea Geyer? O que achou dessa publicação?

Beijo e até a próxima!🌺🤗

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