A história da bolsa

Oi, gente maravilhosa!

Tudo certinho? Espero que sim.

Estamos em um ano novo e hoje quero trazer uma postagem para categoria beleza e estilo.

E para abordar este assunto, quero falar de bolsa. 👜 Sim, bolsa. Esse acessório tão querido no universo feminino e que além de ser muito útil, complementa o look que é uma beleza.

Bem, uns anos atrás eu estive no museu da bolsa de Amsterdam, você pode imaginar a quantidade de “bolsinhas e bolsões” que há por lá.

É realmente bastante interessante e informativo.

Além de ter ido ao museu, fiz uma breve pesquisa sobre a história da bolsa. Entretanto encontrei diversas informações interessantíssimas sobre esse artefato milenar.

No passado as bolsas variavam de tamanhos, ornamentos e capacidade interna de acordo a cada sexo. Os homens possuíam bolsas maiores, que eram feitas de couro, tecidos enfeitados com franjas, pingentes, fios de ouro e prata.

“Durante os séculos XVII e XVIII, as mulheres carregavam seus pertences em “reticules”, que eram pequenas bolsas de tecido adornadas com muitos bordados e pedras preciosas.

Por volta de 1880 a princesa Alexandra, filha do rei da Dinamarca, popularizou o uso das chatelaines. Pequenas e com detalhes em metal, essas bolsas ficavam presas à cintura feminina por cordões. A proposta do modelo era bem funcional, já que deixava as mulheres com as mãos livres para carregar as volumosas saias de crinolina da época.”

Os estilos das bolsas eram tipo pochetes, pois ficavam presas na cintura, tanto para homem, quanto para mulher, mais tarde surgiram as sacolas, que é mais próximo das bolsas que temos hoje.

No site sinacouro encontrei muitas informações fantásticas contando toda história da bolsa, desde a idade média até os dias atuais.

“A prática medieval de dar esmolas deu origem a uma bolsa chamada Almoniere. Ela foi usada predominantemente nas Cruzadas, continuando no período Gótico e na Renascença. Designada para carregar moedas de ouro, foi dada pelo clero a membros das Cruzadas. Foram confeccionadas em seda, linho, veludo ou em couro, suspensas na cintura por cinturões ou cordões.”

Na verdade, não se sabe exatamente quando surgiram as primeiras bolsas, mas estudos apontam que elas existem desde a pré-história, pois através de pinturas rupestres pode-se detectar o uso desse artefato.

A bolsa nasceu da necessidade dos antigos carregarem seus objetos indispensáveis as necessidades da época. Sendo também na antiguidade que nasceu a crença de que as bolsas femininas guardavam segredos, pois em algumas tribos africanas, acreditava-se que a bolsa da feiticeira continha poderes sobrenaturais que permitiam que ela entrasse em contato com as forças superiores, e nenhum homem era capaz de abri-la, porque temia.

Você sabia que na idade média algumas bolsas eram tão ornamentadas que chegavam a custar mais que ouro na época?

Mas você deve está dizendo, “ué, mas hoje a bolsa é muito valiosa também, sim, mas naquela época o ouro era desvalorizado perto de determinadas bolsas, lógico que hoje temos bolsas caríssimas como Hermes, Chanel ou até mesmo a Mouawad que custa 3,8 milhões de dólares. Esta bolsa feita à mão com ouro 18k em formato de coração. Linda!

A bolsa Mouawad é adornada com 4517 diamantes, que se dividem em: 105 diamantes amarelos, 56 diamantes rosas e 4356 diamantes incolores.

Parece loucura, mas ela existe e foi colocada à venda em 2017, em um leilão em Hong Kong.

“Somente no século XIX que surge o termo em inglês, handbag, para designar bolsa de mão, e referia-se originalmente à bagagem de mão carregada por homens, que serviu de inspiração para produção de novas bolsas. Estas bolsas eram miniaturas das hoje conhecidas malas de viagem e vinham com fechadura, chave e compartimento para a passagem.

No final do século XIX as bolsas passaram a fazer parte somente do guarda-roupa feminino quando a princesa Alexandra, uma das líderes de opinião da moda da época, tornou popular o uso das Chatelaines. Estas pequenas e delicadas bolsas, criadas a partir de conceitos medievais, causaram um grande impacto na moda. Traziam a vantagem de deixar as mãos das mulheres livres, visto que deveriam ser penduradas na cintura, por correntes. Essas correntes produziam barulho que chamavam atenção por onde a mulher passava.  Esses objetos tornaram-se acessório de ostentação entre as mulheres desse período pois o “bolso” que agora estava para fora das roupas significava que ela poderia ir onde quisesse, sem estar na presença de um homem, porque carregava consigo todas as suas posses. Tornou-se o símbolo da mulher independente.”

Nesse infográfico podemos observar toda evolução bolsa, e tudo que se usavam dentro dela no decorrer dos anos.

Eu adoro bolsas, não tenho nenhuma dessas marcas que citei acima, mas para ser sincera, nem tenho muita vontade. Primeiro, que não tenho cash suficiente para usar uma Mouawad, Hermes e nem Chanel. Muitas das bolsas da Hermes são feitas de pele de crocodilo.

Eu não sou aquela ativista ferrenha na defesa dos animais, pois minha alimentação ainda tem muita “carne branca” e derivados do leite, carne vermelha, sinceramente, já faz um bom tempo que nao como, mas nao sinto falta. Acho bem estranho alguém matar um animal somente para usar uma bolsa, por mais que essa bolsa seja maravilhosa. Vejo uma atitude bem egocêntrica.

Tenho uma bolsa de grife e duas outras que nem considero que seja grife, mas são bastantes caras no Brasil.

As bolsas da Chanel é o sonho de consumo de muitas mulheres, mas eu fico tentando amar essas bolsas, mas não consigo achar tanta graça.

Já experimentei diversas vezes, mas não vejo nada demais para que elas tenham preços tão exorbitantes. Entre essas que citei, as bolsas da Chanel são as mais acessíveis.😂

Porem acho todas muito cara e mesmo se eu fosse a Beyonce não gostaria de gastar tanto em uma bolsa.

Digo, porque fui na loja da Chanel algumas vezes para descobrir o que há de tão especial na bolsa Boy tradicional, que é a queridinha e sonho de consumo de muitas mulheres.

Essa bolsa tem três tamanhos, começa um tamanho pequeno, que é equivalente a uma carteira, depois o tamanho médio e grande que não me agradou. Os valores variam de 3,4 mil euros a 4, 5 mil euros. No Brasil essas bolsas custam de 17, 5 a 25 mil reais.

Sinceramente, eu experimentei esses modelos e não gostei. Até hoje estou tentando achar uma Chanel que eu goste, não que eu queira gastar com uma Chanel agora, pois usa o perfume já é suficiente, entretanto, não gostei desse modelo tão cobiçado e caro, que é a Boy.

Ainda estou sem recursos para comprar uma Chanel, mas não me apaixonei pelas bolsas da grife, apesar de ser fã da Gabrielle Chanel.

Eu acho interessante você ter uma bolsa de grife( se você puder, é claro), pensando no custo benefício, ou seja, uma bolsa de grife será uma bolsa para a vida toda.

Por eu estar tentando manter estilo de vida minimalista, reduzi a quantidade de bolsas que tinha no Brasil, não era nenhuma de marcas famosas, com exceção da bolsa Polo Ralph Lauren, que comprei em NY em 2016, baratíssima, mas que não durou nem um ano. Hoje, prefiro ter algo que pode até ser mais caro, mas que me oferece uma garantia de durabilidade, prezar pela qualidade e não quantidade. Menos é mais!

Hoje quase sempre tento comprar as que realmente sei que duraria ” uma vida inteira”.

Em julho, meu aniversário, meu ex namorado perguntou o que eu queria, assim ganhei minha primeira bolsa de grife, que comparando com essas que citei é baratíssima. Vou falar sobre ela na próxima postagem.

Foi minha querida e desejada speedy, da Louis Vuitton. Sempre achei a speedy linda, tem a forma de uma bauzinho, bem compacta prática e atemporal, mas no Brasil o preço continua sendo absurdo.

E você como é sua relação com as bolsas? O que achou dessa postagem. Comente aí!

Um beijo e até a próxima! ☘️😘

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