Museu do Louvre

Oi, gente querida! Como cês tão? 😊

 

Bem, venho apresentar um pouco do Museu do Louvre, pois recentemente( pela segunda vez) tive o prazer de estar em Paris. 😍

Como já postei aqui no blog, A cidade Luz sorriu para mim, pois em 2012, estive em Paris – Uma das cidades mais encantadoras que conheço. E lógico que como uma boa amante da arte, não poderia deixar de visitar novamente o exuberante  museu  do Louvre.

Dessa vez me achei e me perdi no Louvre. Sabe aquela sensação de quando você gosta tanto de um livro, que você lê várias vezes? Então, no Louvre foi assim, visitei algumas obras diversas vezes. Foi uma experiência incrível.

Atualmente, a entrada do Louvre custa 20 euros, oferecendo desconto para estudantes abaixo de 25 anos. E entrada gratuita para menores de 18 anos, cidadãos europeus até 25 anos e portadores de necessidades especiais.

O Louvre é o Museu mais visitado no mundo. Aberto em 1793, o Louvre coleciona mais de 35 mil obras de arte de diversas parte do mundo.

Nessa visita pude apreciar bastante de obras que antes eu não tinha visto ou não apreciado por muito tempo, pois queria aproveitar mais da cidade.

Em uma das salas do Louvre, há uma sala com coleções de jóias e artefatos de decoração que pertenceram a monarquia. Ao caminhar pela sala, percebe-se  a magnifiquencia  dos séculos passados. Um das Coroas pertencia a imperatriz Eugênia, esposa de Napoleão.

 

Uma das obras mais surpreendentes do Museu do Louvre é o ” O Combatente entre Davi e Golias”, do pintor italiano PDaniele da Volterra, do ano de 1555. Uma obra bastante intrigante, pois você consegue visualizar dois ângulos, que é como dois pontos de vista de quem presencia a batalha. Esta pintura remete a transição do barraco para o renascimento.

Também tive a oportunidade de apreciar as obras de Giuseppe Arcimboldo. Eu já conhecia as obras do artista, mas confesso que fiquei admirada em vê-las pessoalmente. A primeira vez que fui ao Louvre, em 2012. Não lembro de ter visto, acho que eu ainda não conhecia o artista.

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Portanto depois que conheci, sempre fiquei bastante curiosa para entender o que o artista queria transmitir com face de vegetais, folhas, frutas e pedras.

Todavia quando encontrei ao Louvre, pensei: ” – olha aqui as obras de Giuseppe” e fiquei alguns minutos observando aquelas enigmáticas e exóticas pinturas.

Bem, tem uma frase que diz ” somos o que comemos” Seria esse um personagem de um quadro vegetariano? Estaria coberto de amor, por isso florescia?! Seria a metamorfose ambulante? Seria alguém em construção? São muitas perguntas que cabem na interpretação de cada um.

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Acredito que esse seja o real intuito da arte. Mexer com a gente, nos causar inquietação, questionamentos.

Conheço um poeta que usava as pinturas de Giuseppe para ilustrar seus folhetins de poesias. Sempre achei fantástico.

Giuseppe Arcimboldo é um pintor italiano, que viveu no século XVI, 1527 – 1593, e teve um grande reconhecimento em sua época, portanto, depois de sua morte, praticamente caiu no esquecimento, sendo então, apenas no século XX, que voltou a interessar historiadores e a receber o valor que realmente merece.

Esta sala há esculturas da coleção Borghese. O cardeal Scipio Borghese( 1587 – 1633), sobrinho do Papa Paulo v, estabeleceu no início do século XVII uma das mais prestigiosas coleções da Roma antiga. Acima sao as escultura das deusas africanas Osiris e Ísis.

Um dos artistas que sou apaixonada é o Caravaggio, tive a oportunidade de vê-lo na Pinacoteca de Brera, em Milão e agora novamente no Louvre.

O grande Michelangelo Merisi, que é mais conhecido como Caravaggio, nasceu em Milão, mas seu nome na realidade é uma homenagem à Aldeia Caravaggio, onde nasceram seus pais.

Uns anos atrás descobrindo a história de vida de Caravaggio, fiquei simplesmente fascinada, pois ele foi um artista que buscou no banal, no promíscuo, na margem. A beleza, a inquietação e a ternura.

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Caracterizado por ter como modelos mendigos, bêbados, meninos de rua e prostitutas, assim, ” sambava na cara” da hipócrita sociedade da época.

Era um pintor que pintava para a igreja e burguesia religiosa, porém, suas obras barrocas sempre foram um afronto e grande enigma em seu tempo.

O que mais admiro em Caravaggio é a capacidade de transitar entre os tons, abusando do contraste entre luz e sombra.

Caravaggio era o rei do drama, personalidade fortíssima, era visto como um homem arrogante, do contra, rebelde, porém, demasiadamente talentoso.

Além da icônica Gioconda, mais conhecida como Monalisa. Há outros quadros de Leornardo Da Vinci no Louvre.

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São João Batista( St. John the Baptista), de 1513. A virgem e a criança com a Santa Anne( The Virgin and Child with Saint Anne), de 1503 e a Virgem das Rochas( Virgin of the Rocks), de 1483–1486.

 

Um outro pintor que sempre chama minha atenção é o Guido Reni, talvez por ele ter tido como influência o grande Caravaggio.

Guido Reni nasceu em Bolonha, na Itália, e sua obras se caracterizam como estilo barroco.

Estas quatro pinturas foram encomendadas por Ferdinando Gonzaga, Duque de Mântua, para uma sala em Villa Favorita, perto de Mântua. Iniciado em 1617, esta série foi concluída em 1621. Passou para a coleção de Charles I da Inglaterra e, em seguida, a de Everhard Jabach, foi adquirida por Louis XIV em 1662.
Os quadros atuais foram encomendados a François-Charles Buteux em 1784.

De Ovamor’s Metamorphoses (IX, 27-88), o sujeito mostra Hércules lutando com Acheloüs, filho do Oceano e Thetis, para obter a mão de Dejanira, a filha de Enéias. No momento da conquista, Acheloüs assumiu a aparência de um touro, mas Hércules triunfou sobre ele nessa aparência.

A história de Hércules( L’histoire d’Hercule). Hércules matando a Hidra de Lerne( Hercule terrassant l’Hydre de Lerne). O sequestro de Dejanira( Déjanire enlevee par le centaure Nessus).

 

Outras duas obras que encontrei no Louvre, do Guido Reni é o “O estupro de Helena( L’Enlèvement d’Helène)”, e “Davi vence Golias( David Vainqueur de Goliath).”

Um pintor que eu não conhecia, mas que adorei foi Giampietrino. Fui envolvida pela obra “A morte de Cleopatra( La Mort de Cléopatre)”, de Giovanni Pietro Rizzoli, mais conhecido como Giampietrino.

Giampietrino foi um pintor italiano, discípulo assíduo de Leonardo Da Vinci, herdando características como esfumado e temas como sacro e mitologia.

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E para finalizar separei algumas esculturas que chamaram minha atenção no Louvre.

Compartilhe você também sua experiência. Você já esteve no Louvre? Se sim, o que achou? Comente, deixe- me saber. Um grande beijo e até a próxima!🤗😘

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