Revista Gueto_Direitos Humanos e Minorias

A Revista Gueto nesta edição especial reuniu 17 poetas em poesia e 17 autores em prosa.

Portanto para nossa alegria, eu estou entre eles. Sinto-me lisonjeada em estar sendo publicada em mais uma revista. E uma revista de tanto prestígio como a Revista Gueto.

Poema: Sem rótulos

Longboard, vida, liberdade. É preciso equilibrar. Se vejo que vou cair, pulo, mas se caio, sorrio ao levantar.

Gente lerda ou muito lenta consegue me irritar, gosto de aprender, admiro o saber, não gosto muito de procurar, mas já me perdi várias vezes, somente para me achar.

Um trem noturno para Lisboa

No início achei um pouquinho enfadonho, mas depois que entra na história do autor do livro, o filme acaba envolvendo. A trama apresenta parte da história marcada por um regime político autoritário, que causou bastante inquietantação no século passado.  A ditadura de Salazar, em Portugal. Onde ocorreu a revolução dos Cravos, em 1974.

Poema: Menina mulher preta

“Ah Alessandra – acho errado um dia para celebrar o dia da mulher negra, por que não tem o dia da mulher branca?! Somos todas mulheres.”
Ok, concordo que somos todas mulheres, mas infelizmente desigualdade racial ainda é um fato recorrente. Então mulheres negras vem lutando para quebrar as barreiras e alcançar a equidade. A dada foi criada em 25 de julho de 1992, durante o I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-caribenhas, em Santo Domingos, República Dominicana. Assim então, se estipulou que daquele dia em diante seria o marco internacional da luta e da resistência da mulher negra. Desde então, sociedade civil e governo têm atuado para consolidar e dar visibilidade a esta data, tendo em conta a condição de opressão de gênero e racial/étnica em que vivem estas mulheres, explícita em muitas situações cotidianas.